sexta-feira, 17 de março de 2023

Roda de Conversa - Luta antirracista, ancestralidade, feminismo e desenvolvimento sustentável - Com Lyryca.

 Lyryca é indígena em contexto urbano, psicóloga e agente da cultura HipHop. 

Em 2020, encabeçou um projeto em coletivo chamado O Não-Lugar, que surgiu pela própria demanda de encontrar referências sobre os sintomas coloniais causados pelo etnocídio indígena, aliado ao Pardismo, assim como construir uma prática terapêutica acessível às demandas das populações indígenas em luta. 

Seu trabalho é pela afirmação e o registro da resistência indígena na cidade, nas periferias, na cultura hip hop, fomentando os conceitos como “R.A.P - Ritmo, ancestralidade e poesia e “MPO - música popular originária”, trazidos por Wescritor e Kaê Guajajara. 

Contribuir para o reflorestamento do imaginário coletivo sobre corpos indígenas e seus territórios é a maior motivação em suas práticas, que têm como referência a continuação do legado ancestral de suas origens.

Sua atuação é muito importante no que diz respeito à expansão da consciência pelo acesso aos saberes originários, para que possamos retomar em coletivo o entendimento da urgente preservação da vida e do bem-viver. 







Projeto Grêmio Estudantil / Sustentabilidade - Visita de representantes da Prefeitura Municipal de São Paulo - Conhecendo um pouco do nosso projeto

No último dia 15 de março, recebemos em nossa EMEF Constelação do Índio, representantes da Prefeitura Municipal de São Paulo. Eles tiveram a oportunidade de conhecer nosso projeto (Grêmio Estudantil, Direitos Humanos e Sustentabilidade), conversar com nossos alunos e alunas ver nossas realizações e também ouvir nossas demandas... Nossos alunos apresentaram com maestria uma parte significativa da nossa proposta pedagógica...
Cabe salientar que nossas escolas públicas são espaços onde são desenvolvidos projetos magníficos... Muitos desses projetos estão invisíveis, mas estão acontecendo... muitos profissionais da educação estão fazendo a diferença, mesmo diante da falta de estrutura, dos baixos salários, da falta de espaços adequados, da falta de verbas e da falta funcionários e professores para acolher e desenvolver efetivamente um Projeto Politico Pedagógico que traga mudanças significativas para os filhos e filhas da classe trabalhadora.
....Assim vamos caminhando...

 Fotos - Prof. José Laércio